segunda-feira, 26 de junho de 2017

Multiplayer: porque não gosto (e um pouco sobre Star Wars: Battlefront)

Originalmente publicado em 29 de dezembro de 2015

Então, passei o Natal (e provavelmente passarei a virada do ano também) jogando Star Wars Battlefront (o desse ano, não o de 2004). Yeap, o hype me pegou, tirei fotinhas com sabres de luz na Comic Con, e aí fiquei com vontade de continuar nele. O filme é bem legalzinho, vai lá assistir.

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Call of Duty: Ghosts

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Originalmente publicado em 15 de abril de 2014

Call of Duty: Black Ops foi o jogo da franquia que me fez perceber o quanto esses jogos de tiro militares estavam ficando cada vez mais chatos, e uma das principais críticas que fiz foi que Black Ops falhava em ser o jogo que seu próprio título dava a entender que seria. Quando penso em “Black Ops”, penso em missões de espionagem, penso em agentes trocando informações secretas em becos escuros, e penso em coisas que poderiam ser negadas pelos governos envolvidos. A última coisa que penso é em invadir Cuba com um esquadrão de três soldados e dar um tiro na cara de Fidel Castro, e isso acontece logo na primeira missão.

Outlast

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Originalmente publicado em 10 de outubro de 2013

YES! O terror voltou!

Deixe-me esclarecer: jogos de horror andaram em baixa nos últimos tempos. Ou melhor, todos os jogos de horror esqueceram do que significa ser um jogo de horror. Silent Hill, minha franquia favorita, se vê perdida tentando incorporar mais elementos de ação e tentando deixar o combate mais satisfatório. Resident Evil, que Deus o tenha, afundou de vez com o sexto capítulo, tentando ser quatro jogos diferentes e falhando em ser todos eles. Outras franquias desapareceram, como Fatal Frame, Siren e Haunting Ground. O único lugar onde poucos jogos de terror ainda estavam fazendo certo sucesso é no círculo independente, onde Slender tomou de assalto os virais do Youtube e transformou sustos em moda.

Far Cry 3: Blood Dragon

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Originalmente publicado em 2 de junho de 2013

Em que época bizarra estamos vivendo hoje em dia, não? A década de 2010 (e até certo ponto a de 2000 também) é um tempo que não tem nenhuma identidade cultural. Até mesmo a década de 90, insossa como foi, tinha seus ídolos e suas características. Hoje em dia a molecada tem que vestir o suéter do avô e dizer que é “vintage”. E juntamente com essa falta de identidade, também vêm as “homenagens”.

Bioshock Infinite

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Originalmente publicado em 25 de abril de 2013

E se eu tivesse jogado o Super Mario World, lá em 1994, e não tivesse curtido? Eu não estaria aqui, escrevendo esse post. Também seria uma pessoa muito mais infeliz, eu acho. Mas essas são apenas especulações. Eu poderia muito bem ter descoberto os games de outro jeito, ou teria me dado muito melhor em matemática e continuado minha carreira de programador, ou teria me dedicado a treinar e jogar basquete.

Tomb Raider (2013)

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Originalmente publicado em 5 de abril de 2013

Ciclos. Uma rápida busca no Google me mostra que um zilhão de ciclos fazem parte da nossa vida, desde a biologia celular, passando pela história, até os pensamentos filosóficos. O Wikipédia me mostra uma dúzia de ciclos de combustão explicados pela física, por exemplo. Os games também têm seus ciclos.

Crysis 3

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Originalmente publicado em 3 de março de 2013

Quando Crysis foi lançado em 2007, foi acusado de ser nada mais do que uma demonstração técnica, um game que foi feito apenas com a intenção de mostrar do que as máquinas da época eram capazes de fazer, para ser um benchmark, e não para ser um bom game. Essas acusações, ao meu ver, caíram por terra assim que tive a oportunidade de rodá-lo (ou seja, quando comprei um pequeno reator nuclear) e constatar que de fato era um dos melhores jogos de tiro que já havia jogado. A combinação de poderes especiais, mapas bastante abertos e livres, e cenários visualmente deslumbrantes só não era tão divertida quanto Half-Life 2.